Cirurgia estética em São Paulo

Um cuidado preciso.
Um olhar que continua sendo seu.

Dr. Paulo Lerri

Médico e cirurgião · CRM/SP 184971

Blefaroplastia, cuidado da região dos olhos, lobuloplastia e laser de CO₂ com avaliação individualizada, planejamento e acompanhamento médico.

A Più Cirurgia nasceu da experiência do Dr. Paulo Lerri no atendimento de pessoas que procuram clareza, atenção aos detalhes e uma jornada de cuidado organizada.

Dr. Paulo participa pessoalmente da avaliação, do diagnóstico, do planejamento, do procedimento quando indicado e do acompanhamento pós-operatório.

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Dr. Paulo Lerri na Più Cirurgia

Blefaroplastia na Più

Estética e estrutura.
O planejamento começa no diagnóstico.

Blefaroplastia estética

Trata alterações como excesso de pele e bolsas de gordura quando há indicação cirúrgica. O planejamento considera proporções, simetria e expressão, preservando a função das pálpebras e as características do seu rosto.

Abordagem estruturada

Na Più, esse termo descreve o olhar integrado para pele, gordura, músculos, sustentação palpebral e posição dos supercílios. Não é uma técnica única nem uma combinação obrigatória: cada etapa só é associada quando existe indicação.

Pele em excesso, queda da pálpebra e queda do supercílio podem parecer semelhantes, mas exigem avaliações e tratamentos diferentes.

Entenda as possibilidades

Cada região pede um cuidado.

01

Pálpebra superior

O excesso de pele é avaliado junto à posição do supercílio e à função do músculo que eleva a pálpebra. A incisão costuma acompanhar a dobra natural. A retirada de pele e o tratamento de gordura, quando necessários, são planejados para preservar o fechamento e a proteção dos olhos.

02

Pálpebra inferior

Bolsas de gordura, excesso de pele, sulcos e flacidez de sustentação são problemas diferentes. A cirurgia pode envolver tratamento conservador ou reposicionamento de gordura, ajuste de pele e suporte palpebral. O acesso e as associações dependem da anatomia.

03

Bolsas de gordura: acesso transconjuntival

Uma incisão pela face interna da pálpebra inferior permite acessar as bolsas para retirar ou reposicionar gordura, quando indicado. Esse acesso não deixa corte na pele. Não corrige, isoladamente, todo excesso de pele ou flacidez, e não elimina os riscos da cirurgia.

04

Cantopexia

É uma técnica de reforço da sustentação do canto lateral, geralmente considerada quando há frouxidão da pálpebra inferior. Busca ajudar a manter a posição palpebral. É diferente da cantoplastia, que envolve uma reconstrução mais ampla do canto; a escolha é individual.

05

Lifting de supercílio

Trata a queda da sobrancelha quando ela contribui para o peso sobre as pálpebras. Pode ser indicado isoladamente ou associado à blefaroplastia. Posição desejada, formato, assimetrias, cicatrizes e alternativas são discutidos na consulta.

06

Laser de CO₂ fracionado

O resurfacing pode melhorar textura, linhas finas e cicatrizes selecionadas pela renovação controlada da pele. Fototipo, exposição solar e histórico de pigmentação e herpes precisam ser avaliados. Vermelhidão, inchaço e descamação são esperados; manchas, infecção e cicatrizes são riscos possíveis.

Fotografias clínicas com finalidade educativa, utilizadas com autorização informada pelo responsável. Resultados e recuperação variam; estes registros não representam promessa de resultado. Iluminação, ângulo e momento da fotografia podem influenciar a comparação. As imagens não substituem uma avaliação médica. Dr. Paulo Lerri · CRM/SP 184971.

Experiência Più

Você entende cada etapa.
E sabe com quem contar.

01 · Avaliar

Escuta, exame presencial, condições de saúde e expectativas alinhadas.

02 · Planejar

Técnica, alternativas, riscos, anestesia e ambiente definidos para o seu caso.

03 · Cuidar

Procedimento quando indicado, orientações claras e acompanhamento pós-operatório.

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Blefaroplastia no canal da Più.

Dúvidas frequentes

Antes de decidir, esclareça.

Como é feito o diagnóstico para determinar a técnica ideal para meu caso?

A consulta avalia a pele, a posição das pálpebras e dos supercílios, as bolsas de gordura, a sustentação palpebral, a superfície ocular e as suas expectativas. Histórico de olho seco, cirurgias anteriores, doenças e medicamentos também orienta o planejamento. Quando necessário, solicita-se avaliação oftalmológica e exames complementares. A técnica é definida após essa análise, e não apenas por uma fotografia.

Qual tecnologia é utilizada para garantir recuperação mais rápida?

Nenhuma tecnologia garante um prazo de recuperação. O laser de CO₂ pode ser utilizado em etapas selecionadas da cirurgia ou no tratamento da pele, conforme a indicação. Inchaço, hematomas e tempo de cicatrização variam com a técnica, a extensão do procedimento e as características de cada pessoa. O retorno às atividades é orientado individualmente.

Quais cuidados são tomados para garantir um resultado natural?

O planejamento considera a sua anatomia, assimetrias existentes, função das pálpebras e proporções do rosto. A retirada de pele e o tratamento da gordura são conservadores quando apropriado, e procedimentos de sustentação são associados apenas se indicados. O objetivo é preservar a identidade do olhar, sem promessa de resultado específico.

A cirurgia pode melhorar problemas visuais, além da estética?

Em alguns casos, excesso de pele ou queda palpebral podem limitar o campo visual superior. O benefício funcional depende do diagnóstico e pode exigir uma correção diferente da blefaroplastia isolada. A cirurgia não trata todas as causas de visão embaçada, lacrimejamento ou desconforto ocular; esses sintomas podem exigir avaliação oftalmológica.

Na cirurgia são feitos cortes e dados pontos? Como são as cicatrizes?

Na pálpebra superior, a incisão costuma acompanhar a dobra natural e é fechada com sutura. Na inferior, o acesso pode ser abaixo dos cílios ou pela face interna da pálpebra. O acesso transconjuntival não cria incisão na pele, mas procedimentos externos associados podem deixar cicatrizes. Cicatrizes externas amadurecem ao longo dos meses; sua qualidade varia entre pessoas.

Onde é feita a cirurgia?

A avaliação é realizada na Più Cirurgia, na Rua Turiassu, 519, em Perdizes, São Paulo. A possibilidade de realizar o procedimento em ambiente ambulatorial é definida conforme sua saúde, a extensão da cirurgia e o tipo de anestesia. Quando houver necessidade de suporte hospitalar, o procedimento deve ser planejado nesse ambiente.

A estrutura da clínica oferece a mesma segurança de um hospital?

Clínica e hospital têm estruturas e capacidades diferentes. Um procedimento ambulatorial exige seleção adequada do paciente, equipe, equipamentos e plano para intercorrências compatíveis com a cirurgia. Pessoas ou procedimentos que necessitem de suporte adicional devem ser encaminhados a um ambiente com esses recursos. Essa definição faz parte da avaliação pré-operatória.

Qual é o tipo de anestesia para realizar a cirurgia de blefaroplastia?

Pode ser utilizada anestesia local, associada ou não à sedação, ou anestesia geral em situações específicas. A escolha considera a extensão da cirurgia, procedimentos associados, condições clínicas e avaliação da equipe. Quando indicada sedação ou anestesia geral, são necessários equipe e ambiente apropriados. Você recebe essas orientações antes da cirurgia.

Quanto custa a cirurgia?

O orçamento é individualizado após a avaliação. Ele depende das pálpebras a serem tratadas, técnica indicada, procedimentos associados, anestesia e estrutura necessária. A equipe apresenta os custos e o que está incluído antes da sua decisão.

Quais são os riscos e os cuidados após a cirurgia?

Podem ocorrer inchaço, hematomas, assimetria, olho seco, dificuldade temporária de fechamento, alterações da posição palpebral, sangramento, infecção e necessidade de revisão; complicações visuais graves são raras. É fundamental seguir as orientações sobre higiene, medicação, proteção solar, esforço físico e retornos. Dor intensa ou alteração súbita da visão exige avaliação imediata.

A retirada das bolsas por dentro da pálpebra serve para todos?

Não. O acesso transconjuntival pode ser indicado para bolsas de gordura da pálpebra inferior, especialmente quando há pouco excesso de pele. Ele permite tratar a gordura por uma incisão interna, mas não remove sozinho a flacidez da pele externa. A qualidade da pele, a sustentação palpebral e a posição dos olhos influenciam a escolha.

Laser de CO₂ substitui a blefaroplastia?

Nem sempre. O laser fracionado atua principalmente na textura, em linhas finas e em alterações selecionadas da pele. Ele não substitui automaticamente a retirada de excesso de pele, o tratamento das bolsas ou a correção da sustentação. Pode haver indicação isolada ou complementar, considerando fototipo, riscos de pigmentação e tempo de recuperação.

Referências de apoio: American Society of Plastic Surgeons, American Academy of Ophthalmology e American Society for Dermatologic Surgery.

Seu próximo passo

Converse sobre o seu caso.

A decisão começa por uma avaliação médica e por informações claras.

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Fotografia clínica ampliada

Registro clínico educativo. Resultados e recuperação variam.